quarta-feira, 18 de julho de 2012

ULTRAVIOLETA

Filme Online : Ultravioleta
Sinopse: Em Ultravioleta no final do século XXI surge uma subcultura de seres humanos, derivada de uma mutação genética que causa aumento de velocidade, força e inteligência. À medida que mais pessoas são infectadas o governo fica aterrorizado, tentando combater a mutação aprisionando as pessoas contaminadas e colocando-as em quarentena. Com o fracasso de seus esforços, o governo decide eliminar as pessoas contaminadas. Para evitar que isto ocorra Violet (Milla Jovovich), uma mulher que possui grande experiência nas artes marciais e que consegue se esconder como um camaleão, decide combater o governo.

Gênero: Ficção Científica
Filme: Dublado
Tempo: 88 min.
Lançamento: 2006




quinta-feira, 12 de julho de 2012

O ESPETACULAR HOMEM ARANHA


Informações do Filme:
Nome Original: The Amazing Spider-Man
Traduzido: Espetacular Homem-Aranha
Direção: Marc Webb
Gênero: Ação | Aventura
Lançamento: 2012
Duração: 136 Min
Qualidade: HDTS
Audio: 8
Vídeo: 8
Formato: MKV
Tamanho: 1.39 Gb
DUBLADO

Sinopse: O Espetacular Homem-Aranha é a história de Peter Parker (Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Sheen) e pela Tia May (Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como ele se tornou a pessoa que é hoje. Peter também está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Stone), e juntos eles lidam com amor, compromissos e segredos. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o desaparecimento de seus pais – o que o leva diretamente à Oscorp e ao laboratório do Dr. Curt Connors (Ifans), antigo sócio de seu pai. E como Peter está em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto; ele tem que tomar decisões que podem alterar vidas, para usar seus poderes e moldar seu destino de se tornar um herói.






A ERA DO GELO 4


Tamanho: 700 mb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda
Formato: Avi
Qualidade: Cam
Gênero: Animação
Ano de Lançamento: 2012
Link: Uploaded
Link: Uploadjet
A louca perseguição de Scrat sempre à caça de sua noz inquieta, perseguição à qual ele tem se dedicado desde os primórdios dos tempos, tem consequências que mudam o mundo e causam um cataclismo continental que leva Manny, Diego e Sid a viverem a maior aventura de todos os tempos. Nessa maré de mudanças, Sid acaba reencontrando sua Avó turrona, e o bando ainda tem de lidar com uma horda de piratas decididos a impedi-los de voltar para casa.








O BABA(CÁ)

Filme O Babá(ca) – Dublado

Sinopse: Jonah Hill (‘Superbad – É Hoje’) interpreta um estudante que, como detenção, tem que passar uma noite como babá de três crianças indomáveis.

Tamanho: 324 MB ou 796 MB
Formato:
 BDRip/Rmvb ou Avi
Idioma:
 
Portugues ou Portugues/Ingles
Classificação Etária:
 14 Anos
Lançamento: 2012
Qualidade Audio:
 
10
Qualidade Video: 10








quarta-feira, 4 de julho de 2012

SONHO


"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."

O sonho sem uma ação,
é simplesmente um sonho.
a ação desprovida de um sonho,
não leva a lugar nenhum.
mas o sonho aliado a ação,
poderá mudar o mundo

Projeto de Vida e Jogo


Projeto de Vida e Jogo
A vida, antes de ser uma ocupação é uma preocupação. A preocupação é o projeto de nossa vida. Ter um projeto é realçar uma meta, olhar para o futuro, que deve estar sempre aberto, correndo os riscos necessários à sua concretização. Se o projeto já está pronto, não há o que fazer.

Um projeto de vida implica consciência na ação. É a disposição de ter certas vontades e não outras. Uma meta certa que vamos atingir não nos mobiliza; o impossível, também não. Por isso, o risco. Ninguém pode ter projeto pelos outros. O pai não pode ter projeto pelo filho. Podemos ter projetos junto com os outros. Um grupo não pode ter projeto para outro grupo.

O projeto de vida, que depende de nosso sistema de valores, aproxima-se do jogo. No jogo, tencionamos ganhar do adversário. Para isso, planejamos a melhor maneira de vencer honestamente, ou seja, seguindo as suas regras. 

Há, porém, distinções entre projeto e jogo.
Tal como o projeto, o jogo tem uma meta.
A meta nos projetos diz respeito à realidade; no jogo, os objetivos são sempre simbólicos.
O projeto é factual; o jogo, ficcional. 
O centro de gravidade do projeto é o futuro; no jogo, ele está no presente.
No projeto, as regras são meios; no jogo, elas são o fim.

Fonte de Consulta: Vídeo de aula do professor Nilson José machado, da Universidade São Judas.

A Beleza Segundo Alguns Filósofos


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A Beleza Segundo Alguns Filósofos
Para Platão, a beleza deve ser comparada ao amor, que se caracteriza pela insuficiência, ou seja, amamos algo que desejamos e não o temos. Da mesma forma que o amor, o filósofo não tem a beleza, mas a deseja, anela a sabedoria sem possuí-la. O amor é fundamentalmente uma necessidade que ainda não foi satisfeita, algo essencial para a própria completude da vida.

Para Plotino, a beleza é elevação da alma. Acha que a arte é o esplendor da inteligência, que transparece no sensível. A música, por exemplo, reproduz com sons o princípio da harmonia. Por meio da arte, a alma põe em movimento um processo de purificação, começa o caminho do retorno à divindade.

Para Kant, precisamos distinguir o sensório do prazer estético propriamente dito. O prazer estético baseia-se em juízos reflexionantes, ou seja, uma apreciação que não se refere diretamente ao objeto, mas à nossa subjetividade com relação ao mesmo. Apreciamos também tudo o que é desmedido, emocionante e assustador, como é caso de achar beleza na erupção de um vulcão, na potência de um furacão, na profundeza de um abismo etc.

Para Schelling, a arte é simultaneamente objeto concreto e produto do espírito. Há o ofício, a técnica (concreto), e a inspiração (imaterial e espiritual). O primeiro adquire-se pela experiência, o segundo, vem do inconsciente. A arte nasce dessa confluência entre o consciente e o inconsciente, o técnico e o inspirado, o discursivo e o intuitivo.

Para Nietzsche, a criação artística baseia-se na polaridade do espírito apolíneo e do espírito dionisíaco. O primeiro, baseado nas formas, exprime-se nas artes plásticas; o segundo, ilimitado, e que conduz o indivíduo à saída de si mesmo, só a música e o vinho podem dar. O artista apolíneo interpreta a vida inteira como se fosse um sonho; o dionisíaco vive, sem se deter para interpretar coisa alguma, como se estivesse em estado de embriaguez.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Vida Segundo Alguns Filósofos



A Vida Segundo Alguns Filósofos
Para Pitágoras, o ar é cheio de almas. Foi o primeiro filósofo ocidental a sustentar a teoria da metempsicose. “Devido a uma culpa original, a alma é obrigada a reencarnar em sucessivas substâncias corpóreas (nem sempre humanas, mas também animais), em um ciclo que só é interrompido após a purificação”.   

Para Demócrito, a vida nasceu do vórtice atômico. Explica que “a agregação de átomos em corpos sólidos e compactos deve-se a fenômenos puramente mecânicos, particularmente à força centrípeta agregadora desenvolvida pelo movimento em vórtice”.

Para Giordano Bruno, o mundo é um grande animal. A sua tese é explicada da seguinte forma: “Tudo é vivo, porque cada parte da realidade, mesmo no mundo mineral, está presente um princípio formal e vital, ou seja, aquela estrutura interna, aquela necessidade que faz cada coisa ser o que é. O que chamamos mente não existe somente no homem mas também, obviamente de modo inconsciente, nos animais, nas plantas, nas gemas e nos minerais”.

Para Bérgson, a inteligência não explica a vida. Segundo seu ponto de vista, “a vida é um impulso construtivo que, a cada momento, explora todas as variações possíveis, sem seguir um projeto preciso; é uma onda que arrasta e ultrapassa qualquer obstáculo, sem nunca, todavia, abandoná-lo definitivamente”. Em cada reino da natureza, a vida foi vencendo os seus obstáculos. No reino hominal, tece comentários sobre o instinto e a inteligência: “O instinto animal está cercado  por um halo de inteligência e a inteligência humana não funcionaria se não se baseasse também na contribuição do instinto”. Disto resulta que “a inteligência não consegue explicar a vida, mas a vida explica a inteligência”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Linguagem



A Linguagem Segundo Alguns Filósofos
Para Parmênides, a linguagem consiste na doutrina do ser, sintetizada na célebre fórmula o ser é, o não-ser não é. A sua argumentação baseia-se no seguinte: “Enquanto aquilo-que-é pode ser dito – portanto, pensado –, aquilo-que-não-é afasta-se, por definição, de qualquer formulação linguística e intelectual. É impossível pensar o nada. No cotidiano, usamos o verbo ser de modo impróprio e acabamos por atribuir realidade a condições de ausência, a coisas que não existem: a escuridão e o silêncio, por exemplo, são condições de não-ser da luz e do som, portanto, pela lógica não existem”.

Para Górgias, a linguagem fundamenta-se no poder mágico das palavras. Para tal demonstra a não-culpabilidade de Helena na Guerra de Troia. Argumenta que Helena foi raptada contra a sua vontade, mas não com violência, pois teria sido seduzida pelas palavras de Paris. Usando com destreza a linguagem, pode-se produzir modificações físicas em que escuta: rubor, medo, simpatia, antipatia etc.

Para Demócrito, as palavras são estranhas às coisas que representam. São simplesmente sinais convencionais. Nas diversas línguas empregam-se nomes diferentes para o mesmo objeto. “As palavras não possuem, em si, como som, nenhum significado; são puras convenções que adquirem sentido somente pelo uso comum com base no critério de utilidade recíproca”.

Para Rousseau, a linguagem nasceu sob o estímulo das emoções, não da utilidade social, como sustentava Demócrito. “Para resolver todos os problemas práticos da vida bastam os gestos e as ações; é somente para significar o amor e o ódio que as palavras se tornam imprescindíveis. A primeira linguagem dos homens era, portanto, poética, expressiva, ligada aos estados de ânimo. Depois vieram as gramáticas: ganhou-se em clareza, mas perdeu-se em poesia”.

Para Hobbes, as operações mentais são reduzidas a um puro cálculo matemático. O pensamento e a linguagem podem ser descritos por meio da composição e decomposição de palavras e sinais: “Dois termos são adicionados em uma afirmação e subtraídos na negação; quanto mais afirmações se adicionam em uma dedução, mais deduções concatenadas entre si formam a demonstração. Raciocinar é, portanto,computar, ou seja subtrair, somar, calcular”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Paz Possível Segundo Alguns Filósofos



A Paz Possível Segundo Alguns Filósofos
Para Heráclito, a guerra é pai de todas as coisas. O devir se realiza por meio de uma contínua passagem de um contrário ao outro. Daí, parecer que a guerra é o que regula o mundo. Isto é verdade, mas muito superficial, ou seja, sob o antagonismo dominante, pode-se perceber uma lei de harmonia, porque as coisas em oposição, para existir, precisam umas das outras. “Entre os opostos há uma guerra constante, mas também uma secreta harmonia, uma mútua necessidade: não existiria saúde sem doença, saciedade sem fome. Dito de outra forma: não pode existir uma subida que, ao mesmo tempo, de um outro ponto de vista, não seja também uma descida”.

Para Maquiavel, a moderação é necessária, mas a bondade sistemática compromete a ordem da sociedade, produzindo danos maiores do que o uso da violência. “Certamente, o ideal, para o príncipe, seria ser ao mesmo tempo amado e temido, mas na prática as duas coisas não são facilmente conciliáveis. Quem governa o Estado, portanto, deve decidir a cada vez com base na oportunidade. Em todo caso, o que não deve fazer é submeter as práticas de governo às normas que regem a ética individual”.

Para Voltaire, o fanatismo é uma apologia da alma e, portanto, não deve se combatido. Enfrentar um fanático, fazendo-o entender, pela lógica, a inconsistência de suas teses, é perda de tempo e pode agravar o mal. “Superstição e preconceitos não podem ser desmentidos com argumentações lógicas, porque não nascem no terreno da razão. Resta a risada como único remédio nos casos extremos, o gracejo capaz de desmontar a agressividade. Mas isso nem sempre é possível e permanece sem resposta o problema que conclui o trecho: o que fazer quando um fanático tenta degolar-vos porque está convencido de que esta é a vontade de Deus?”

Para Kant, a paz mundial de todas as nações do mundo só seria possível se estas se reunissem numa federação unitária de Estados livres e instaurasse um direito internacional fundado numa constituição liberal no nível planetário. “Apesar da impossibilidade de eliminar o antagonismo presente nas relações humanas, a paz perpétua e a coexistência pacífica entre os povos são possíveis e realizáveis desde que se estendam no nível internacional os princípios de justiça social elaborados pelas constituições em vigor nos Estados liberais”.

Para Hegel, criticando Kant, nunca poderia existir uma república da humanidade, posto que não existe um espírito da humanidade, mas somente um espírito dos povos. Acha que “A soberania política deve residir exclusivamente no estado nacional, e dado que as nações, entre si, se encontram numa condição natural, de ausência de qualquer forma de contratualidade recíproca, resulta que a guerra continua sendo o único modo de resolver as divergências. Todavia, não somente a guerra é inevitável; ela também é necessária à saúde espiritual dos povos, cuja união (autoconsciência) se fortalece definindo-se por oposição ao inimigo”.

Para Freud, a agressividade deve ser inclusa entre os dons instintivos do homem – e, portanto, não elimináveis. “O desenvolvimento da civilização certamente impôs um autocontrole cada vez maior, fazendo com que o indivíduo moderno consiga vigiar sua própria conduta de modo muito mais rígido do que no passado. Tudo isso, porém, não é fruto de um crescimento geral, de uma mutação do homem em sentido pacifista, mas de pura e simples auto-repressão interior”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

Beleza e Religião



Beleza e Religião
A beleza é uma das propriedades fundamentais de todo ser, através da qual se manifestam os sentimentos estéticos no ser humano. A beleza pode dar-se nanatureza, que nos exalta os sentimentos; no ser humano, carregada ainda de sentimentos eróticos; nas obras artísticas, em que o ser humano pode projetar mundos maravilhosos. 

De um modo geral, a Bíblia trata sumariamente da beleza, em vista de esta estar no campo do imediato, enquanto a religião busca a transcendência. Embora a Bíblia não tenha se aprofundado na beleza, encontramos diversas passagens que tratam do assunto. Um exemplo: Sara e Rebeca são apresentadas como mulheres de beleza excepcional que cativam os homens onde quer que fossem.

Para a religião, o “demônio da beleza” enfeitiça o ser humano. Pensadores religiosos acham que a beleza feminina é tentação para desviar o homem de sua missão. Exemplos: Sansão é seduzido e traído pela esposa; Betsabeia arrasta David para o adultério e o crime; apesar de sua sabedoria, Salomão incorreu na idolatria, cativado pela beleza de mulheres estrangeiras.

O Novo Testamento, dando muita atenção à conversão interior, deixa pouco espaço para a beleza exterior das coisas. A beleza da alma é preferível à beleza de penteados, vestidos custosos e adornos. A preocupação básica do cristianismo, não resta dúvida, foi a de impedir que um culto sensível à beleza corporal viesse desvirtuar a beleza interior do espírito.

Por esta razão, os grandes pensadores cristãos procuravam, em seus escritos, enaltecer sempre a beleza integral, verdadeiro reflexo da beleza divina.

Fonte de Consulta

IDÍGORAS, J. L. Vocabulário Teológico para a América Latina. São Paulo: Paulinas, 1983.

Coragem



Coragem

Coragem vem do latim cor, coração, em razão de os romanos acharem que a coragem tem mais a ver com coração do que com a razão. A coragem é uma atitude enérgica e firme diante do perigo. O contrário é: covardia, pusilanimidade, fraqueza. Pode-se dizer que é a justa medida acerca dos sentimentos do medo e da confiança. Medo não de doença, pobreza ou reputação, mas a ausência de medo da morte, em certas circunstâncias, como a guerra e os diversos combates pela defesa da pátria.

O estado de caráter da pessoa corajosa é a imperturbabilidade diante dos mais atrozes perigos. É a pessoa que aguenta firme as coisas certas, temendo-as também porque sabe da responsabilidade pelos seus atos morais. Quem não tem medo de nada, em circunstância alguma, não pode ser chamada de corajoso. A temeridade é mais imprudência do que coragem. Por isso, o corajoso é aquele que enfrenta o perigo que lhe aparecer à sua frente. Não o procura arbitrariamente.

O indivíduo verdadeiramente corajoso tenta vencer o medo físico, e embora avalie o risco de tal empreendimento, não se furta a ele. É aquele que age de maneira conveniente, apesar do medo. Muitas vezes a coragem de um indivíduo é posta à prova não nos perigos físicos, mas nos embates morais com relação aos preconceitos, à intolerância, à ingratidão e às situações de escárnio em que vê submetido.

Na Magna Moralia, Aristóteles dedica todo o capítulo XX do livro I à coragem. À semelhança do que escreveu em Ética a Nicômaco, afirma que a coragem só se relaciona com alguns perigos e não com todos. Quem não receia a doença não pode ser considerado corajoso, mas louco. O mesmo acontece com quem não receia certos fenômenos da natureza como os terremotos e as inundações o homem corajoso é "o que mantém o sangue-frio nas circunstâncias em que a maior parte ou a totalidade dos homens tem medo".

Em se tratando das qualidades do corajoso, somente a situação de perigo pode dizer se um homem  é corajoso ou não. Quem não possui experiência, como as crianças, não pode ser chamado de corajoso. Os que só agem em função das paixões também não podem ser chamados de corajosos. Quando estas se esgotam, deixam de ser corajosos.

Em síntese, o verdadeiro homem de coragem é aquele que, possuído pela razão, enfrenta o perigo em vista do bem.

Fonte de Consulta

MARQUES, Ramiro. O Livro das Virtudes de Sempre: Ética para os Professores. Portugal: Landy, 2001, capítulo 16, p. 161 a 164.

A Existência de Deus Segundo Alguns Filósofos



A Existência de Deus Segundo Alguns Filósofos

Para Anselmo, a nossa reflexão sobre Deus deve basear-se na ideia de perfeição. Para isso, evoca dois tipos de perfeição: uma realmente existente; a outra, produto de nossa mente. Daí, afirma que qualquer um concordaria que a primeira é superior à segunda, pois a esta última falta uma importante característica: a existência. Se Deus é ser perfeitíssimo então deve necessariamente existir. A definição de Deus com aquilo ao qual nada é maior implica a sua existência.

Para São Tomás de Aquino, importa recorrer à experiência, e não somente à lógica. Cada uma delas tem como ponto de partida um elemento extraído do mundo real: 1) o movimento; 2) o encadeamento de causas e efeitos; 3) a contingência; 4) os diversos graus da perfeição; 5) o finalismo. Todos os caminhos fazem um percurso semelhante, demonstrando que essas características da realidade pressupõem um ente fundante, respectivamente: 1) um Motor Imóvel; 2) uma Causa sem Causa; 3) um Ser absolutamente necessário; 4) um Ser perfeito; 5) uma Inteligência ordenadora.

Para Pascal, a existência de Deus equivale a uma aposta, como se fosse um jogo de azar.  Existe uma parada em jogo: a conduta virtuosa de nossa vida; um possível ganho: a beatitude do paraíso; uma possível perda: a renúncia aos prazeres mundanos. A aposta é razoável porque o jogador um bem finito (a própria vida terrena) para ganhar, vencendo, um prêmio infinito.

Para Spinoza, a existência de Deus deve basear-se no conceito de substância, ou seja, que não precisa de nada para existir. Daí, concluir que: 1) só uma substância pode existir (monismo); 2) tal substância deve ser Deus; 3) a matéria e o espírito não devem ser considerados substâncias, mas sim atributos (manifestações) da única substância; 4) a substancia divina é livre – porque age somente sob o impulso da necessidade da sua natureza – e eterna; 5) sendo única, tal substância não admite nada fora de si mesma e, portanto, deve compreender o mundo inteiro.

Para Kant, a teologia racional é uma ciência impossível. O que absolutamente não significa que Deus não exista, mas apenas que a sua existência não pode ser provada.

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Existência da Verdade




A Existência da Verdade Segundo Alguns Filósofos

Para Parmênides e Zenão, a verdade é o resultado de uma viagem. Esta começa nas casas da Noite, bairro da cidade de Eléia, cuja simbologia representa o homem que se deixa levar pelos sentidos, e termina nas portas do tempo, onde Parmênides recebe, diretamente da boca da deusa Necessidade, a doutrina do Ser, ideia básica de sua filosofia. Esta metáfora mostra que a verdade não é alcançável para todos, mas somente para aqueles que fazem esforços.

Para Protágoras, não há uma verdade objetiva válida. Contudo, sustentava a necessidade do estudo e da educação, pois não havendo proposições verdadeiras em absoluto, deve-se saber diferenciar entre as opiniões melhores e piores, mais ou menos úteis ao indivíduo e à sociedade.

Para Górgias, o problema da verdade resumia-se nas suas três teses: 1) nada existe; 2) se algo existisse não poderia ser pensado; 3) se algo existisse e pudesse ser pensado, não poderia, de qualquer maneira, ser explicado. Como acreditava nessas teses, era capaz de inventar argumentos que provavam a tese contrária, transformando o verdadeiro em falso e vice-versa. Era como se dissesse que não havia uma verdade absoluta, mas somente opiniões; não existe um logos, somente retórica, persuasão,

Para Sócrates, a filosofia não ensina a verdade, mas ajuda o individuo a descobri-la sozinho. Não oferece soluções, mas um método para raciocinar a partir de si mesmo. A verdade é uma conquista pessoal e a educação é sempre auto-educação, um processo de amadurecimento interior que pode ser estimulado, mas não provocado, a partir do exterior.

Para Pirro, é impossível chegar a qualquer juízo inopinável, universal, indiscutível. Partindo da universal incerteza que envolve a natureza humana, admitia que nenhuma proposição pode ser afirmada sem que haja provas de proposição contrária. Assim, não ter opiniões é a única atitude correta que o filósofo deveria assumir.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A TEMPERANÇA



Temperança
A temperança é o hábito da moderação especialmente no uso de alimentos e bebidas, mas, referindo-se também por extensão, ao controle dos apetites e das paixões humanas. A temperança caracteriza o indivíduo senhor de si mesmo, capaz de dominar-se e usar os bens da vida, não como fins em si mesmos, mas como meios para atingir objetivos mais elevados.

Etimologicamente, vem do latim temperantia, de temperare, que significa temperar, regular e guardar a medida. A temperança tem ligação com continência, incontinência e intemperança. Continência significa conter-se, dominar-se. Incontinência e intemperança são os contrários de continência e temperança.

Continência e incontinência. A continência é a resistência aos vícios, uma atitude boa, razoável; a incontinência, disposição aos vícios, uma atitude má. Na continência, fazemos uso da vontade, da determinação; na incontinência, a vontade fica para trás, assemelhando-se às “tentações” do Evangelho.

Incontinência e intemperança.  A incontinência é a incapacidade de agir conforme os ditames da vontade; há um conflito entre razão e emoção. O intemperado, por seu turno, obedece apenas à parte sensitiva da sua alma; ele não vê conflito de deveres. Nesse caso, o incontinente pode ser corrigido; o intemperado, não. O incontinente sabe que está errado, mas não é capaz de resistir aos prazeres; o intemperado, decide pelos excessos de prazeres.

Aristóteles, na Ética a Nicômaco, diz: “Algumas fontes de prazer são necessárias outras são valiosas em si mesmas, mas podem ser excessivas. As necessárias são as condições corporais, isto é, as que dizem respeito à comida, sexo... Outras fontes de prazeres não são necessárias, mas são valiosas em si mesmas, como exemplo, a vitória, a honra, a riqueza e outras coisas boas similares”.

Para compreendermos a temperança na visão de Aristóteles, precisamos distinguir os prazeres da alma e os prazeres do corpo. Para Aristóteles, a temperança refere-se exclusivamente aos prazeres do corpo. O amor ao estudo, sendo um prazer da alma, nada tem a ver com a temperança. Ou seja, uma pessoa que ama esse prazer não pode ser considerada nem temperada nem intemperada.

Lembremo-nos de que a moderação é a temperança no comer, a sobriedade é a temperança no beber e a castidade é a temperança no prazer sexual.

Fonte de Consulta

MARQUES, Ramiro. O Livro das Virtudes de Sempre: Ética para os Professores. Portugal: Landy, 2001, capítulo 15, p. 151 a 160.

O SIGNIFICADO DE PENSAR



O Significado de Pensar Segundo Alguns Filósofos
Para Heráclito, todos têm o logos, mas só os despertos o sabem. O logos é o pensamento, a razão, a inteligência, o discurso; é, também, o princípio de tudo, a lei que regula o funcionamento do cosmo. Todos participam do logos universal. “Alguns, os adormecidos, limitam-se às percepções imediatas, vivem como que num sonho e desenvolvem opiniões subjetivas; outros – os filósofos ou os despertos – utilizam ologos de modo consciente e conseguem penetrar profundamente na verdade da natureza”.

Para Parmênides, somente a razão vê o real. Os cinco sentidos testemunham toda a transformação da realidade. “É verdade que a vida cotidiana requer o uso dos órgãos dos sentidos, mas por meio deles não se chega à verdade. A razão, não o olho, vê o real”.

Para Sócrates, o fundamental é saber que não se sabe. A presunção do saber é o maior empecilho para a descoberta da verdade. “Sócrates defende esses argumentos com uma abordagem irônica e intencionalmente paradoxal: invertendo os valores do bom senso, o elogio socrático do não-saber provoca no interlocutor uma benéfica sacudida intelectual”.

Para Platão, o conhecimento é fruto da recordação. Para ele, “A alma conhece as coisas recuperando a lembrança adormecida daquilo que viu no mundo extraterreno antes de reencarnar”.

Para Cusa, o conhecimento assenta-se na douta ignorância. “Em relação a Deus, tudo o que se pode fazer é confessar a total impossibilidade de entender: o homem é como um caçador sempre em busca de uma presa em fuga, porque a sua mente, se de um lado pode conceber Deus como perfeição absoluta, do outro, é totalmente incapaz de preencher com conteúdos positivos essa ideia de perfeição”.

Para Descartes, deve-se usar o método para raciocinar corretamente. O pensamento científico deve se estruturar de forma diferente da do pensamento cotidiano. Acha que “a investigação científica deve ser absolutamente desinteressada – ou seja, indiferente a qualquer utilidade ou interesse social”.

Para Condillac, todo conhecimento deriva da experiência. Formula “uma doutrina completamente materialista e voltada para os sentidos: nada existe na mente humana senão as percepções que ela recebe do exterior a cada momento”.

Para Locke, a mente não inventa ideias. “A mente limita-se a reelaborar sob forma de abstração crescente dados e observações que recebe do exterior, segundo a fórmula empirista nada existe no intelecto que não tenha antes passado pela percepção”.

Para Kant, em toda a sensação existe um a priori. “A vista não funciona como uma máquina fotográfica: uma parte da percepção (a sua forma) depende exclusivamente do sujeito, dos esquemas a priori (espaço-temporais) que estruturam a sua psique”.

Para Hegel, tudo aquilo que dizemos finito não existe. O finito deve ser estudado como parte de um todo. “O finito existe unicamente como parte do infinito e em cada coisa existente se pode perceber o desenvolvimento necessário do espírito”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

O AMOR SEGUNDO ALGUNS FILÓSOFOS



O Amor Segundo Alguns Filósofos
Para Platão, os tipos de amor estão dispostos numa escala hierárquica. O enamoramento pela beleza do corpo está situado no nível mais baixo. Complementa: “O amor passional, mesmo precisando ser superado para se alcançarem formas cada vez mais elevadas de espiritualidade, pode ser de alguma forma justificado como o início de um possível percurso de crescimento espiritual”.

Para Campanella, a raça humana deveria ser melhorada pela vigilância estatal sobre as atividades amorosas dos Solares. “Com base crença de que as conjunções astrais existentes no momento da concepção influem de modo decisivo sobre o nascituro, até mesmo a hora dos acasalamentos deveria ser determinada por Amor, um dos três técnicos que, junto com Sapiência e Potência, governam a cidade sob a direção político-filosófica de um Grande metafísico”.

Para Morus, a condição da mulher na Utopia é muito melhor daquela vivida em sua época. “As mulheres podem participar das atividades bélicas, mesmo se, afirma o filósofo, as melhores guerras são aquelas que não são necessário travar; em algumas circunstâncias podem obter o divórcio e, no caso de praticarem o adultério ou de manterem relações sexuais antes do casamento, são punidas exatamente como os homens”.

Para Kierkegaard, o sedutor é o instante fugaz. “A vida estética representada pela figura do Don Juan, protótipo do sedutor, é típica daquele que busca a máxima satisfação no tempo presente e foge a qualquer forma de repetição, procurando tornar inimitável e único cada instante de vida. O esteta abomina a monotonia, mas dado que o instante é sempre, por definição fugaz, chega logo ao tédio e ao desespero”.

Para Schopenhauer, não existe amor sem sexo. No sentimento do amor há uma ilusão: “Por trás de toda manifestação de amor, mesmo a mais pura e sutil, está o instinto procriador, uma escondida determinação biológica voltada ao acasalamento e á reprodução da espécie”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

AS BRANQUELAS



















Informações do arquivo:

Tamanho: 750Mb
Áudio: Português
Formato: Avi
Qualidade: DVDRip
Gênero: Comédia
Ano de Lançamento: 2004
Sinopse: Os irmãos Marcus (Marlon Wayans) e Kevin Copeland (Shawn Wayans) são detetives do FBI que estão com problemas no trabalho. A última investigação da dupla foi um grande fracasso e eles estão sob a ameaça de serem demitidos. Quando um plano para sequestrar as mimadas irmãs Brittany (Maitland Ward) e Tiffany Wilson (Anne Dudek) é descoberto, o caso é entregue aos principais rivais dos irmãos Copeland, os agentes Vincent Gomez (Eddie Velez) e Jack Harper (Lochlyn Munro). Para aumentar ainda mais a humilhação da dupla, eles são escalados para escoltar as jovens mimadas do aeroporto até o local de um evento pelo qual elas esperaram por meses. Porém no trajeto um acidente de carro provoca um verdadeiro desastre: enquanto uma das irmãs arranha o nariz, a outra corta o lábio. Desesperadas, elas se recusam a ir ao evento. É quando,para salvar o emprego, Marcus e Kevin decidem por assumir as identidades das irmãs.