segunda-feira, 20 de agosto de 2012

promoção time do coração



MUITO SIMPLES PARA PARTICIPAR BASTA ENTRAR NO BLOG E SEGUIR E DEIXAR UM COMENTARIO COM O NOME DO SEU TIME DO CORAÇÃO E UMA FRASE DIZENDO PQ  ESSE É MEU TIME DO CORAÇÃO??
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BOA SORTE A TODOS...


quarta-feira, 18 de julho de 2012

ULTRAVIOLETA

Filme Online : Ultravioleta
Sinopse: Em Ultravioleta no final do século XXI surge uma subcultura de seres humanos, derivada de uma mutação genética que causa aumento de velocidade, força e inteligência. À medida que mais pessoas são infectadas o governo fica aterrorizado, tentando combater a mutação aprisionando as pessoas contaminadas e colocando-as em quarentena. Com o fracasso de seus esforços, o governo decide eliminar as pessoas contaminadas. Para evitar que isto ocorra Violet (Milla Jovovich), uma mulher que possui grande experiência nas artes marciais e que consegue se esconder como um camaleão, decide combater o governo.

Gênero: Ficção Científica
Filme: Dublado
Tempo: 88 min.
Lançamento: 2006




quinta-feira, 12 de julho de 2012

O ESPETACULAR HOMEM ARANHA


Informações do Filme:
Nome Original: The Amazing Spider-Man
Traduzido: Espetacular Homem-Aranha
Direção: Marc Webb
Gênero: Ação | Aventura
Lançamento: 2012
Duração: 136 Min
Qualidade: HDTS
Audio: 8
Vídeo: 8
Formato: MKV
Tamanho: 1.39 Gb
DUBLADO

Sinopse: O Espetacular Homem-Aranha é a história de Peter Parker (Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Sheen) e pela Tia May (Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como ele se tornou a pessoa que é hoje. Peter também está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Stone), e juntos eles lidam com amor, compromissos e segredos. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o desaparecimento de seus pais – o que o leva diretamente à Oscorp e ao laboratório do Dr. Curt Connors (Ifans), antigo sócio de seu pai. E como Peter está em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto; ele tem que tomar decisões que podem alterar vidas, para usar seus poderes e moldar seu destino de se tornar um herói.






A ERA DO GELO 4


Tamanho: 700 mb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda
Formato: Avi
Qualidade: Cam
Gênero: Animação
Ano de Lançamento: 2012
Link: Uploaded
Link: Uploadjet
A louca perseguição de Scrat sempre à caça de sua noz inquieta, perseguição à qual ele tem se dedicado desde os primórdios dos tempos, tem consequências que mudam o mundo e causam um cataclismo continental que leva Manny, Diego e Sid a viverem a maior aventura de todos os tempos. Nessa maré de mudanças, Sid acaba reencontrando sua Avó turrona, e o bando ainda tem de lidar com uma horda de piratas decididos a impedi-los de voltar para casa.








O BABA(CÁ)

Filme O Babá(ca) – Dublado

Sinopse: Jonah Hill (‘Superbad – É Hoje’) interpreta um estudante que, como detenção, tem que passar uma noite como babá de três crianças indomáveis.

Tamanho: 324 MB ou 796 MB
Formato:
 BDRip/Rmvb ou Avi
Idioma:
 
Portugues ou Portugues/Ingles
Classificação Etária:
 14 Anos
Lançamento: 2012
Qualidade Audio:
 
10
Qualidade Video: 10








quarta-feira, 4 de julho de 2012

SONHO


"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."

O sonho sem uma ação,
é simplesmente um sonho.
a ação desprovida de um sonho,
não leva a lugar nenhum.
mas o sonho aliado a ação,
poderá mudar o mundo

Projeto de Vida e Jogo


Projeto de Vida e Jogo
A vida, antes de ser uma ocupação é uma preocupação. A preocupação é o projeto de nossa vida. Ter um projeto é realçar uma meta, olhar para o futuro, que deve estar sempre aberto, correndo os riscos necessários à sua concretização. Se o projeto já está pronto, não há o que fazer.

Um projeto de vida implica consciência na ação. É a disposição de ter certas vontades e não outras. Uma meta certa que vamos atingir não nos mobiliza; o impossível, também não. Por isso, o risco. Ninguém pode ter projeto pelos outros. O pai não pode ter projeto pelo filho. Podemos ter projetos junto com os outros. Um grupo não pode ter projeto para outro grupo.

O projeto de vida, que depende de nosso sistema de valores, aproxima-se do jogo. No jogo, tencionamos ganhar do adversário. Para isso, planejamos a melhor maneira de vencer honestamente, ou seja, seguindo as suas regras. 

Há, porém, distinções entre projeto e jogo.
Tal como o projeto, o jogo tem uma meta.
A meta nos projetos diz respeito à realidade; no jogo, os objetivos são sempre simbólicos.
O projeto é factual; o jogo, ficcional. 
O centro de gravidade do projeto é o futuro; no jogo, ele está no presente.
No projeto, as regras são meios; no jogo, elas são o fim.

Fonte de Consulta: Vídeo de aula do professor Nilson José machado, da Universidade São Judas.

A Beleza Segundo Alguns Filósofos


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A Beleza Segundo Alguns Filósofos
Para Platão, a beleza deve ser comparada ao amor, que se caracteriza pela insuficiência, ou seja, amamos algo que desejamos e não o temos. Da mesma forma que o amor, o filósofo não tem a beleza, mas a deseja, anela a sabedoria sem possuí-la. O amor é fundamentalmente uma necessidade que ainda não foi satisfeita, algo essencial para a própria completude da vida.

Para Plotino, a beleza é elevação da alma. Acha que a arte é o esplendor da inteligência, que transparece no sensível. A música, por exemplo, reproduz com sons o princípio da harmonia. Por meio da arte, a alma põe em movimento um processo de purificação, começa o caminho do retorno à divindade.

Para Kant, precisamos distinguir o sensório do prazer estético propriamente dito. O prazer estético baseia-se em juízos reflexionantes, ou seja, uma apreciação que não se refere diretamente ao objeto, mas à nossa subjetividade com relação ao mesmo. Apreciamos também tudo o que é desmedido, emocionante e assustador, como é caso de achar beleza na erupção de um vulcão, na potência de um furacão, na profundeza de um abismo etc.

Para Schelling, a arte é simultaneamente objeto concreto e produto do espírito. Há o ofício, a técnica (concreto), e a inspiração (imaterial e espiritual). O primeiro adquire-se pela experiência, o segundo, vem do inconsciente. A arte nasce dessa confluência entre o consciente e o inconsciente, o técnico e o inspirado, o discursivo e o intuitivo.

Para Nietzsche, a criação artística baseia-se na polaridade do espírito apolíneo e do espírito dionisíaco. O primeiro, baseado nas formas, exprime-se nas artes plásticas; o segundo, ilimitado, e que conduz o indivíduo à saída de si mesmo, só a música e o vinho podem dar. O artista apolíneo interpreta a vida inteira como se fosse um sonho; o dionisíaco vive, sem se deter para interpretar coisa alguma, como se estivesse em estado de embriaguez.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Vida Segundo Alguns Filósofos



A Vida Segundo Alguns Filósofos
Para Pitágoras, o ar é cheio de almas. Foi o primeiro filósofo ocidental a sustentar a teoria da metempsicose. “Devido a uma culpa original, a alma é obrigada a reencarnar em sucessivas substâncias corpóreas (nem sempre humanas, mas também animais), em um ciclo que só é interrompido após a purificação”.   

Para Demócrito, a vida nasceu do vórtice atômico. Explica que “a agregação de átomos em corpos sólidos e compactos deve-se a fenômenos puramente mecânicos, particularmente à força centrípeta agregadora desenvolvida pelo movimento em vórtice”.

Para Giordano Bruno, o mundo é um grande animal. A sua tese é explicada da seguinte forma: “Tudo é vivo, porque cada parte da realidade, mesmo no mundo mineral, está presente um princípio formal e vital, ou seja, aquela estrutura interna, aquela necessidade que faz cada coisa ser o que é. O que chamamos mente não existe somente no homem mas também, obviamente de modo inconsciente, nos animais, nas plantas, nas gemas e nos minerais”.

Para Bérgson, a inteligência não explica a vida. Segundo seu ponto de vista, “a vida é um impulso construtivo que, a cada momento, explora todas as variações possíveis, sem seguir um projeto preciso; é uma onda que arrasta e ultrapassa qualquer obstáculo, sem nunca, todavia, abandoná-lo definitivamente”. Em cada reino da natureza, a vida foi vencendo os seus obstáculos. No reino hominal, tece comentários sobre o instinto e a inteligência: “O instinto animal está cercado  por um halo de inteligência e a inteligência humana não funcionaria se não se baseasse também na contribuição do instinto”. Disto resulta que “a inteligência não consegue explicar a vida, mas a vida explica a inteligência”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Linguagem



A Linguagem Segundo Alguns Filósofos
Para Parmênides, a linguagem consiste na doutrina do ser, sintetizada na célebre fórmula o ser é, o não-ser não é. A sua argumentação baseia-se no seguinte: “Enquanto aquilo-que-é pode ser dito – portanto, pensado –, aquilo-que-não-é afasta-se, por definição, de qualquer formulação linguística e intelectual. É impossível pensar o nada. No cotidiano, usamos o verbo ser de modo impróprio e acabamos por atribuir realidade a condições de ausência, a coisas que não existem: a escuridão e o silêncio, por exemplo, são condições de não-ser da luz e do som, portanto, pela lógica não existem”.

Para Górgias, a linguagem fundamenta-se no poder mágico das palavras. Para tal demonstra a não-culpabilidade de Helena na Guerra de Troia. Argumenta que Helena foi raptada contra a sua vontade, mas não com violência, pois teria sido seduzida pelas palavras de Paris. Usando com destreza a linguagem, pode-se produzir modificações físicas em que escuta: rubor, medo, simpatia, antipatia etc.

Para Demócrito, as palavras são estranhas às coisas que representam. São simplesmente sinais convencionais. Nas diversas línguas empregam-se nomes diferentes para o mesmo objeto. “As palavras não possuem, em si, como som, nenhum significado; são puras convenções que adquirem sentido somente pelo uso comum com base no critério de utilidade recíproca”.

Para Rousseau, a linguagem nasceu sob o estímulo das emoções, não da utilidade social, como sustentava Demócrito. “Para resolver todos os problemas práticos da vida bastam os gestos e as ações; é somente para significar o amor e o ódio que as palavras se tornam imprescindíveis. A primeira linguagem dos homens era, portanto, poética, expressiva, ligada aos estados de ânimo. Depois vieram as gramáticas: ganhou-se em clareza, mas perdeu-se em poesia”.

Para Hobbes, as operações mentais são reduzidas a um puro cálculo matemático. O pensamento e a linguagem podem ser descritos por meio da composição e decomposição de palavras e sinais: “Dois termos são adicionados em uma afirmação e subtraídos na negação; quanto mais afirmações se adicionam em uma dedução, mais deduções concatenadas entre si formam a demonstração. Raciocinar é, portanto,computar, ou seja subtrair, somar, calcular”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.

A Paz Possível Segundo Alguns Filósofos



A Paz Possível Segundo Alguns Filósofos
Para Heráclito, a guerra é pai de todas as coisas. O devir se realiza por meio de uma contínua passagem de um contrário ao outro. Daí, parecer que a guerra é o que regula o mundo. Isto é verdade, mas muito superficial, ou seja, sob o antagonismo dominante, pode-se perceber uma lei de harmonia, porque as coisas em oposição, para existir, precisam umas das outras. “Entre os opostos há uma guerra constante, mas também uma secreta harmonia, uma mútua necessidade: não existiria saúde sem doença, saciedade sem fome. Dito de outra forma: não pode existir uma subida que, ao mesmo tempo, de um outro ponto de vista, não seja também uma descida”.

Para Maquiavel, a moderação é necessária, mas a bondade sistemática compromete a ordem da sociedade, produzindo danos maiores do que o uso da violência. “Certamente, o ideal, para o príncipe, seria ser ao mesmo tempo amado e temido, mas na prática as duas coisas não são facilmente conciliáveis. Quem governa o Estado, portanto, deve decidir a cada vez com base na oportunidade. Em todo caso, o que não deve fazer é submeter as práticas de governo às normas que regem a ética individual”.

Para Voltaire, o fanatismo é uma apologia da alma e, portanto, não deve se combatido. Enfrentar um fanático, fazendo-o entender, pela lógica, a inconsistência de suas teses, é perda de tempo e pode agravar o mal. “Superstição e preconceitos não podem ser desmentidos com argumentações lógicas, porque não nascem no terreno da razão. Resta a risada como único remédio nos casos extremos, o gracejo capaz de desmontar a agressividade. Mas isso nem sempre é possível e permanece sem resposta o problema que conclui o trecho: o que fazer quando um fanático tenta degolar-vos porque está convencido de que esta é a vontade de Deus?”

Para Kant, a paz mundial de todas as nações do mundo só seria possível se estas se reunissem numa federação unitária de Estados livres e instaurasse um direito internacional fundado numa constituição liberal no nível planetário. “Apesar da impossibilidade de eliminar o antagonismo presente nas relações humanas, a paz perpétua e a coexistência pacífica entre os povos são possíveis e realizáveis desde que se estendam no nível internacional os princípios de justiça social elaborados pelas constituições em vigor nos Estados liberais”.

Para Hegel, criticando Kant, nunca poderia existir uma república da humanidade, posto que não existe um espírito da humanidade, mas somente um espírito dos povos. Acha que “A soberania política deve residir exclusivamente no estado nacional, e dado que as nações, entre si, se encontram numa condição natural, de ausência de qualquer forma de contratualidade recíproca, resulta que a guerra continua sendo o único modo de resolver as divergências. Todavia, não somente a guerra é inevitável; ela também é necessária à saúde espiritual dos povos, cuja união (autoconsciência) se fortalece definindo-se por oposição ao inimigo”.

Para Freud, a agressividade deve ser inclusa entre os dons instintivos do homem – e, portanto, não elimináveis. “O desenvolvimento da civilização certamente impôs um autocontrole cada vez maior, fazendo com que o indivíduo moderno consiga vigiar sua própria conduta de modo muito mais rígido do que no passado. Tudo isso, porém, não é fruto de um crescimento geral, de uma mutação do homem em sentido pacifista, mas de pura e simples auto-repressão interior”.

Fonte de Consulta

NICOLA, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.