domingo, 11 de novembro de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
promoção time do coração

MUITO SIMPLES PARA PARTICIPAR BASTA ENTRAR NO BLOG E SEGUIR E DEIXAR UM COMENTARIO COM O NOME DO SEU TIME DO CORAÇÃO E UMA FRASE DIZENDO PQ ESSE É MEU TIME DO CORAÇÃO??
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BOA SORTE A TODOS...
quarta-feira, 18 de julho de 2012
ULTRAVIOLETA
Sinopse: Em Ultravioleta no final do século XXI surge uma subcultura de seres humanos, derivada de uma mutação genética que causa aumento de velocidade, força e inteligência. À medida que mais pessoas são infectadas o governo fica aterrorizado, tentando combater a mutação aprisionando as pessoas contaminadas e colocando-as em quarentena. Com o fracasso de seus esforços, o governo decide eliminar as pessoas contaminadas. Para evitar que isto ocorra Violet (Milla Jovovich), uma mulher que possui grande experiência nas artes marciais e que consegue se esconder como um camaleão, decide combater o governo.
Gênero: Ficção Científica
Filme: Dublado
Tempo: 88 min.
Lançamento: 2006
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O ESPETACULAR HOMEM ARANHA
Informações do Filme:
Nome Original: The Amazing Spider-Man
Traduzido: Espetacular Homem-Aranha
Direção: Marc Webb
Gênero: Ação | Aventura
Lançamento: 2012
Duração: 136 Min
Qualidade: HDTS
Audio: 8
Vídeo: 8
Formato: MKV
Tamanho: 1.39 Gb
DUBLADO
Sinopse: O Espetacular Homem-Aranha é a história de Peter Parker (Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Sheen) e pela Tia May (Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como ele se tornou a pessoa que é hoje. Peter também está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Stone), e juntos eles lidam com amor, compromissos e segredos. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o desaparecimento de seus pais – o que o leva diretamente à Oscorp e ao laboratório do Dr. Curt Connors (Ifans), antigo sócio de seu pai. E como Peter está em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto; ele tem que tomar decisões que podem alterar vidas, para usar seus poderes e moldar seu destino de se tornar um herói.
A ERA DO GELO 4
Tamanho: 700 mb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda
Formato: Avi
Qualidade: Cam
Gênero: Animação
Ano de Lançamento: 2012
Link: Uploaded
Link: Uploadjet
A louca perseguição de Scrat sempre à caça de sua noz inquieta, perseguição à qual ele tem se dedicado desde os primórdios dos tempos, tem consequências que mudam o mundo e causam um cataclismo continental que leva Manny, Diego e Sid a viverem a maior aventura de todos os tempos. Nessa maré de mudanças, Sid acaba reencontrando sua Avó turrona, e o bando ainda tem de lidar com uma horda de piratas decididos a impedi-los de voltar para casa.
O BABA(CÁ)
Sinopse: Jonah Hill (‘Superbad – É Hoje’) interpreta um estudante que, como detenção, tem que passar uma noite como babá de três crianças indomáveis.
Tamanho: 324 MB ou 796 MB
Formato: BDRip/Rmvb ou Avi
Idioma: Portugues ou Portugues/Ingles
Classificação Etária: 14 Anos
Lançamento: 2012
Qualidade Audio: 10
Qualidade Video: 10
quarta-feira, 4 de julho de 2012
SONHO
"Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente."
O sonho sem uma ação,
é simplesmente um sonho.
a ação desprovida de um sonho,
não leva a lugar nenhum.
mas o sonho aliado a ação,
poderá mudar o mundo
Projeto de Vida e Jogo
Projeto de Vida e
Jogo
A vida, antes de ser
uma ocupação é uma preocupação. A preocupação é o projeto de nossa vida. Ter um
projeto é realçar uma meta, olhar para o futuro, que deve estar sempre aberto,
correndo os riscos necessários à sua concretização. Se o projeto já está
pronto, não há o que fazer.
Um projeto de vida
implica consciência na ação. É a disposição de ter certas vontades e não
outras. Uma meta certa que vamos atingir não nos mobiliza; o impossível, também
não. Por isso, o risco. Ninguém pode ter projeto pelos outros. O pai não pode
ter projeto pelo filho. Podemos ter projetos junto com os outros. Um grupo não
pode ter projeto para outro grupo.
O projeto de vida, que
depende de nosso sistema de valores, aproxima-se do jogo. No jogo, tencionamos
ganhar do adversário. Para isso, planejamos a melhor maneira de vencer
honestamente, ou seja, seguindo as suas regras.
Há, porém, distinções
entre projeto e jogo.
Tal como o projeto, o
jogo tem uma meta.
A meta nos projetos
diz respeito à realidade; no jogo, os objetivos são sempre simbólicos.
O projeto é factual;
o jogo, ficcional.
O centro de gravidade
do projeto é o futuro; no jogo, ele está no presente.
No projeto, as regras
são meios; no jogo, elas são o fim.
Fonte de Consulta:
Vídeo de aula do professor Nilson José machado, da Universidade São Judas.
A Beleza Segundo Alguns Filósofos
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A Beleza Segundo
Alguns Filósofos
Para Platão, a beleza
deve ser comparada ao amor, que se caracteriza pela insuficiência, ou seja,
amamos algo que desejamos e não o temos. Da mesma forma que o amor, o filósofo
não tem a beleza, mas a deseja, anela a sabedoria sem possuí-la. O amor é
fundamentalmente uma necessidade que ainda não foi satisfeita, algo essencial
para a própria completude da vida.
Para Plotino, a
beleza é elevação da alma. Acha que a arte é o esplendor da inteligência, que
transparece no sensível. A música, por exemplo, reproduz com sons o princípio
da harmonia. Por meio da arte, a alma põe em movimento um processo de
purificação, começa o caminho do retorno à divindade.
Para Kant, precisamos
distinguir o sensório do prazer estético propriamente dito. O prazer estético
baseia-se em juízos reflexionantes, ou seja, uma apreciação que não se refere
diretamente ao objeto, mas à nossa subjetividade com relação ao mesmo.
Apreciamos também tudo o que é desmedido, emocionante e assustador, como é caso
de achar beleza na erupção de um vulcão, na potência de um furacão, na
profundeza de um abismo etc.
Para Schelling, a
arte é simultaneamente objeto concreto e produto do espírito. Há o ofício, a
técnica (concreto), e a inspiração (imaterial e espiritual). O primeiro
adquire-se pela experiência, o segundo, vem do inconsciente. A arte nasce dessa
confluência entre o consciente e o inconsciente, o técnico e o inspirado, o
discursivo e o intuitivo.
Para Nietzsche, a
criação artística baseia-se na polaridade do espírito apolíneo e do espírito
dionisíaco. O primeiro, baseado nas formas, exprime-se nas artes plásticas; o
segundo, ilimitado, e que conduz o indivíduo à saída de si mesmo, só a música e
o vinho podem dar. O artista apolíneo interpreta a vida inteira como se fosse
um sonho; o dionisíaco vive, sem se deter para interpretar coisa alguma, como
se estivesse em estado de embriaguez.
Fonte de Consulta
NICOLA, Ubaldo.
Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de
Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.
A Vida Segundo Alguns Filósofos
A Vida Segundo Alguns
Filósofos
Para Pitágoras, o ar
é cheio de almas. Foi o primeiro filósofo ocidental a sustentar a teoria da
metempsicose. “Devido a uma culpa original, a alma é obrigada a reencarnar em
sucessivas substâncias corpóreas (nem sempre humanas, mas também animais), em
um ciclo que só é interrompido após a purificação”.
Para Demócrito, a
vida nasceu do vórtice atômico. Explica que “a agregação de átomos em corpos
sólidos e compactos deve-se a fenômenos puramente mecânicos, particularmente à
força centrípeta agregadora desenvolvida pelo movimento em vórtice”.
Para Giordano Bruno,
o mundo é um grande animal. A sua tese é explicada da seguinte forma: “Tudo é
vivo, porque cada parte da realidade, mesmo no mundo mineral, está presente um
princípio formal e vital, ou seja, aquela estrutura interna, aquela necessidade
que faz cada coisa ser o que é. O que chamamos mente não existe somente no
homem mas também, obviamente de modo inconsciente, nos animais, nas plantas,
nas gemas e nos minerais”.
Para Bérgson, a
inteligência não explica a vida. Segundo seu ponto de vista, “a vida é um
impulso construtivo que, a cada momento, explora todas as variações possíveis,
sem seguir um projeto preciso; é uma onda que arrasta e ultrapassa qualquer
obstáculo, sem nunca, todavia, abandoná-lo definitivamente”. Em cada reino da
natureza, a vida foi vencendo os seus obstáculos. No reino hominal, tece
comentários sobre o instinto e a inteligência: “O instinto animal está
cercado por um halo de inteligência e a
inteligência humana não funcionaria se não se baseasse também na contribuição
do instinto”. Disto resulta que “a inteligência não consegue explicar a vida,
mas a vida explica a inteligência”.
Fonte de Consulta
NICOLA, Ubaldo.
Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de
Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.
A Linguagem
A Linguagem Segundo
Alguns Filósofos
Para Parmênides, a
linguagem consiste na doutrina do ser, sintetizada na célebre fórmula o ser é,
o não-ser não é. A sua argumentação baseia-se no seguinte: “Enquanto
aquilo-que-é pode ser dito – portanto, pensado –, aquilo-que-não-é afasta-se, por
definição, de qualquer formulação linguística e intelectual. É impossível
pensar o nada. No cotidiano, usamos o verbo ser de modo impróprio e acabamos
por atribuir realidade a condições de ausência, a coisas que não existem: a
escuridão e o silêncio, por exemplo, são condições de não-ser da luz e do som,
portanto, pela lógica não existem”.
Para Górgias, a
linguagem fundamenta-se no poder mágico das palavras. Para tal demonstra a
não-culpabilidade de Helena na Guerra de Troia. Argumenta que Helena foi raptada
contra a sua vontade, mas não com violência, pois teria sido seduzida pelas
palavras de Paris. Usando com destreza a linguagem, pode-se produzir
modificações físicas em que escuta: rubor, medo, simpatia, antipatia etc.
Para Demócrito, as
palavras são estranhas às coisas que representam. São simplesmente sinais
convencionais. Nas diversas línguas empregam-se nomes diferentes para o mesmo
objeto. “As palavras não possuem, em si, como som, nenhum significado; são
puras convenções que adquirem sentido somente pelo uso comum com base no
critério de utilidade recíproca”.
Para Rousseau, a
linguagem nasceu sob o estímulo das emoções, não da utilidade social, como
sustentava Demócrito. “Para resolver todos os problemas práticos da vida bastam
os gestos e as ações; é somente para significar o amor e o ódio que as palavras
se tornam imprescindíveis. A primeira linguagem dos homens era, portanto,
poética, expressiva, ligada aos estados de ânimo. Depois vieram as gramáticas:
ganhou-se em clareza, mas perdeu-se em poesia”.
Para Hobbes, as
operações mentais são reduzidas a um puro cálculo matemático. O pensamento e a
linguagem podem ser descritos por meio da composição e decomposição de palavras
e sinais: “Dois termos são adicionados em uma afirmação e subtraídos na
negação; quanto mais afirmações se adicionam em uma dedução, mais deduções
concatenadas entre si formam a demonstração. Raciocinar é, portanto,computar,
ou seja subtrair, somar, calcular”.
Fonte de Consulta
NICOLA, Ubaldo.
Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de
Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.
A Paz Possível Segundo Alguns Filósofos
A Paz Possível
Segundo Alguns Filósofos
Para Heráclito, a
guerra é pai de todas as coisas. O devir se realiza por meio de uma contínua
passagem de um contrário ao outro. Daí, parecer que a guerra é o que regula o
mundo. Isto é verdade, mas muito superficial, ou seja, sob o antagonismo
dominante, pode-se perceber uma lei de harmonia, porque as coisas em oposição,
para existir, precisam umas das outras. “Entre os opostos há uma guerra
constante, mas também uma secreta harmonia, uma mútua necessidade: não
existiria saúde sem doença, saciedade sem fome. Dito de outra forma: não pode
existir uma subida que, ao mesmo tempo, de um outro ponto de vista, não seja
também uma descida”.
Para Maquiavel, a
moderação é necessária, mas a bondade sistemática compromete a ordem da
sociedade, produzindo danos maiores do que o uso da violência. “Certamente, o
ideal, para o príncipe, seria ser ao mesmo tempo amado e temido, mas na prática
as duas coisas não são facilmente conciliáveis. Quem governa o Estado,
portanto, deve decidir a cada vez com base na oportunidade. Em todo caso, o que
não deve fazer é submeter as práticas de governo às normas que regem a ética
individual”.
Para Voltaire, o
fanatismo é uma apologia da alma e, portanto, não deve se combatido. Enfrentar
um fanático, fazendo-o entender, pela lógica, a inconsistência de suas teses, é
perda de tempo e pode agravar o mal. “Superstição e preconceitos não podem ser
desmentidos com argumentações lógicas, porque não nascem no terreno da razão.
Resta a risada como único remédio nos casos extremos, o gracejo capaz de
desmontar a agressividade. Mas isso nem sempre é possível e permanece sem
resposta o problema que conclui o trecho: o que fazer quando um fanático tenta
degolar-vos porque está convencido de que esta é a vontade de Deus?”
Para Kant, a paz
mundial de todas as nações do mundo só seria possível se estas se reunissem
numa federação unitária de Estados livres e instaurasse um direito
internacional fundado numa constituição liberal no nível planetário. “Apesar da
impossibilidade de eliminar o antagonismo presente nas relações humanas, a paz
perpétua e a coexistência pacífica entre os povos são possíveis e realizáveis
desde que se estendam no nível internacional os princípios de justiça social
elaborados pelas constituições em vigor nos Estados liberais”.
Para Hegel,
criticando Kant, nunca poderia existir uma república da humanidade, posto que
não existe um espírito da humanidade, mas somente um espírito dos povos. Acha
que “A soberania política deve residir exclusivamente no estado nacional, e
dado que as nações, entre si, se encontram numa condição natural, de ausência
de qualquer forma de contratualidade recíproca, resulta que a guerra continua
sendo o único modo de resolver as divergências. Todavia, não somente a guerra é
inevitável; ela também é necessária à saúde espiritual dos povos, cuja união
(autoconsciência) se fortalece definindo-se por oposição ao inimigo”.
Para Freud, a
agressividade deve ser inclusa entre os dons instintivos do homem – e,
portanto, não elimináveis. “O desenvolvimento da civilização certamente impôs
um autocontrole cada vez maior, fazendo com que o indivíduo moderno consiga
vigiar sua própria conduta de modo muito mais rígido do que no passado. Tudo
isso, porém, não é fruto de um crescimento geral, de uma mutação do homem em sentido
pacifista, mas de pura e simples auto-repressão interior”.
Fonte de Consulta
NICOLA, Ubaldo.
Antologia Ilustrada de Filosofia: das Origens à Idade Moderna. Tradução de
Margherita De Luca. São Paulo: Globo, 2005.
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